Você já ouviu falar da Lei Geral de Proteção de Dados ( LGPD)?
Essa lei que já está em vigor desde 18/09/2020, sob o número 13.709/2018, é uma norma que estabelece os indivíduos em relação as suas informações pessoais e as regras para, empresas públicas e privadas que coletam nossos DADOS. Em busca de balizarem as boas práticas de combate a corrupção no mercado corporativo e, obrigando a empresas a atuarem de forma ética e socialmente responsável no Brasil. Caso seja não “cumprida” podem gerar penalidade de 2% do faturamento bruto até 50 milhões (por infração cometida)
Mas, no que isso me impacta?
Porque ela, estipula o direito à privacidade de dados, nos dando a segurança devida de nossas informações pessoais, desde usuários números de cartão e CPF, devem ser resguardados e, que esteja pronto para acesso, verificação e até mesmo, eliminação de todo nosso rastro de informação de todos os negócios ou instituições públicas, caso queira. Essas informações devem ser muito bem guardadas pois segundo a Karpesky (companhia global de segurança) entre fevereiro e abril aumentou-se em, 333% ataques direcionados a ferramentas que fazem acesso remoto pontuando mais de 350 vulnerabilidades em empresas BRASIELIRAS, aumentando a chance de vazamentos. Algumas empresas enxergam com “bons olhos” pois, estar dentro dos padrões LGPD dará maior valor de reputação a mesma, que busca transparência, melhoria na produtividade e etc., mas, estudos afirmam que, apenas 2% da pequena e médias empresas, se consideram totalmente preparadas.
Muito mais do que se informar, não se importando o tamanho da empresa (pequena, média ou de grande porte), tem que ser uma pauta prioritária onde, trará uma real relação de TRANSPARÊNCIA, HONESTIDADE com o cliente, aumentando o seu engajamento e sua credibilidade no mercado.
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Fontes: Canaltech e jornaljurod
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