Quiet Quitting - Uma tendência que cresce porém, é a melhor solução ?


Li isso em alguns lugares e quis me aprofundar e entender o que de fato era isso, busquei informações de sites, blogs e lógico coloco nesse artigo as minhas impressões, devaneios e opiniões mas na verdade, o que quero saber mesmo é : O QUE VOCÊ ACHA?

Podemos traduzir o QUIET QUITTING como  "Demissão silenciosa" onde de maneira bem simples e resumida ( ao meu ponto de vista ) é fazer apenas o que é imputado no seu escopo de atuação, sem nem 1% a mais. Sem nem uma passadinha na hora, um e-mail de casa, uma ajuda para solucionar algo que não seja da sua responsabilidade assim, você não faz literalmente NADA que demande um entrega acima das suas funções. O nome pode ser um pouco impreciso visto que, na verdade a ideia é estabelecer LIMITES que na pandemia, algumas empresas não se contiveram e começaram a exigir muito mais que um ajuda a um setor e sim, a cobrar o dobro de responsabilidades, trabalho e tudo mais. Isso certamente impactava em cansaço físico e mental, onde o resultado era um esgotamento total que direcionava muitos a um BURNOUT.

Antes que alguns já digam : AAAAAH mas não é bem assim... Eu sei que, muitas vezes, alguns passos de crescimento na empresa requerem mais RESPONSABILIDADES, e muitas vezes isso demanda mais tempo, mais trabalho, mais entrega mais a pergunta que faço é :

QUAL O LIMITE?

Assim como a pessoas tem escolhido empresas que se enquadrem nesse modo, existem empresas que já perceberam que, um salário não é mais, o único atrativo. Seja um ambiente mais leve, no dress code, horário flexível, participação nos lucros, cartões de alimentação com valores maiores e  e muitas vezes um plano de carreira bem definido, esse são alguns recursos que empresas hoje colocam como apetrechos para atrair funcionários e assim se consolidar como bons lugares mas a pergunta que fica: Deveria ser sempre assim certo?

Algumas mudanças realmente só ocorrem quando algo é feito de forma mais intencional ( não digo que, a busca de melhora de recursos disponibilizado pelas empresas veio pelo Quiet Quiring mas, ajuda a alguns se enxergarem) e já está mais que provado que: 

Boa grana no bolso + um ambiente tóxico = Sofrimento, desgaste  emocional e prejuízo.

Agora usando do lado que muita gente não pensa ( e lógico que preciso colocar o contraponto ) o lado da empresa que, de repente por um momento está passando por uma instabilidade como exemplo a pandemia, e certamente não é momento de dar um AUMENTO e talvez aumente a demanda de trabalho, e fica a pergunta:

VOCÊ ENTENDE O LADO DA EMPRESA OU ELES QUE SE VIREM??

Costumo sempre lembrar de um termo que aprendo com Thiago Nigro, que são os CLTRETAS, a galera que está para causar, reclamar, não concorda com nada, está tudo errado e quando você pergunta o que deve fazer para melhorar e ela diz : NÃO SEI!!! Confesso que trabalhei em empresas que tinham muitos desses e se não se atentar, o cltreta cedo ou tarde vira VOCÊ, basta conviver e andar junto.

Eu acredito que, caso a empresa não esteja cumprindo com suas obrigações, ou apertando demais nas funções, creio que mais eficaz que essa tática nova, seria ir direto ao seu supervisor/gerente/superior e falar abertamente ( eu sei... a resposta pode ser: não gostou azar é seu ou, tem vários querendo esse oportunidade) certamente, o pode acontecer é :

1- Mostrarem que não se importam aí você terá a certeza que precisa procurar outro lugar.

2- Eles demonstrarem que se importam e mostrarem um caminho.

3- Dizer que aquele não é o momento mas que pensará no que pode fazer a seu respeito.

Cabe a você escolher se vale ou não ficar, arriscar por um tempo ou simplesmente partir para novos ares. A certeza que tenho é que a dedicação, a constância e comprometimento, a vontade de aprender e de se importar não só pelo seu, sempre trará bons resultados seja para a empresa que trabalha ou diretamente para você.

Lei da semeadura JAMAIS falha, plantou, cedo ou tarde vai colher!

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